Muita clínica fatura bem e mesmo assim, no fim do mês, não sobra dinheiro. O problema quase nunca é a quantidade de pacientes. É o preço que foi definido no achismo.
1. Quanto custa fazer?
Some o material, a hora do médico e a parte dos custos fixos (aluguel, equipe, energia) que cabe naquele procedimento. Esse é o piso. Cobrar abaixo disso é pagar para trabalhar.
2. Quanto sobra em cada R$ 100?
Depois de pagar tudo, quanto fica? Se a resposta for "não sei", a clínica está no escuro. Nas clínicas que chegam até a bmo, é comum encontrar procedimentos populares que deixam zero ou dão prejuízo.
- Material
- Hora do médico
- Parte dos custos fixos
- Impostos e taxa do cartão
Preço não nasce da sua hora. Nasce da sua estrutura.
3. O preço combina com a proposta?
Preço certo não é o mais caro nem o mais barato: é o que sustenta a clínica e faz sentido para o paciente. Quando esses três pontos fecham, a agenda cheia finalmente vira lucro.
bmo

